quarta-feira, 7 de agosto de 2013

A doce amarga vida de um boy gay

POR DI SANTI

E assim tudo começou... Uma saga que acontece todos os dias em tantos e tantos lares do mundo inteiro, desde que gente é gente, mas as culturas escondem, encobertam.
Eu tinha uns 8 anos e fui morar com meus filhos que tinham um filho, que por sinal, era adotivo, e que tinha 2 anos a mais que eu.
Sempre me senti diferente, não sabia porque, afinal quando se é criança, não se tem muita noção daquilo que os adultos chamam de opção sexual, ou seja lá como for.
Comecei a morar na casa deles e tal como todos os pivetes, brincava, brigava mas fazia coisas que um garoto comum não costuma fazer. Numa dessas brincadeiras, isso já por volta dos 12 anos de idade, meu primo e eu descobrimos vídeos de fota cassete escondidos numa estante, enquanto meus tios tinham saído para um lugar que salvo engano era a igreja que frequentavam.
Ficamos alvoroçados e de certa forma, por estarem escondidos já sabiamos o que nos esperava, muita putaria, que na vida de uns garotos de 12 e 14 anos é o paraíso.
Colocamos as fitas para rodar e nossos olhos não saiam da tela da tv, daquelas de tubo, já em cores claro, afinal não sou tão velho (24 years).
Antes de entrar nos detalhes deste episódio que marcou minha vida, entro em fatos passados que já evidenciavam a minha pequena diferença em relação a garotos da mesma idade.
Durante brincadeiras em rede, eu e meu primo ficávamos fingindo que estavamos cercados por mosntros, e nessas brincadeiras, minha perna roçava no pinto de meu primo dentro da rede, que por sua vez, por ser mais velho que eu 2 anos já tinha uma experiência digamos mais aflorada, porém ainda devia ser virgem.
Em outros momentos, tomávamos banho juntos e eu me lembro de ficar olhando para aquele pau, já tinha alguns pêlos, e era muito maior do que o meu.
Mas voltando ao momento do filme que achamos, em poucos instantes percebi que meu primo estava de pau duro, isto eu já com 12 anos e ele com 14, e como que por instinto de putaria infantil, perguntei o que era aquilo e ele botou minha mão encima e disse,
- pega, vamo fazer igual no filme, você é a mulherzinha e eu o cara.
Eu já estava excitado, aceitei, mas com aquele medo de ser zombado, disse que não iria fazer tudo aquilo, porém topei.
A primeira coisa que ele fez foi me botar pra mamar, me fez chupar igual a vadia fazia no filme, e eu adorand aquilo, mas ele era mau, enfiava guela a baixo e eu engasgava com o tamanho do pau dele que para a idade era maior do que muitos marmanjos por ae.
Nesses momentos, ambos tremiam de tezão e nervoso, e eu pensava, como vou olhar para a cara dele daqui pra frente? Porém o momento rolou e ele ainda um muleque gozou na minha cara sem avisar.
Depois do acontecido, guardamos os filmes mas depois levamos uma surra porque meu tio desconfiou que tinhamos visto.
Esta foi a primeira vez que tive uma experiência sexual com alguém, e além disso já foi homosseual, e eu sabia que era daquilo que eu gostava mesmo de pequeno.
A partir deste dia, nossas brincadeiras normais se tornaram uma desculpa para fazermos alguma putaria, porém só uns 6 meses depois, rolou algo mais sério, a penetração.
Mas isto fica para o próximo capítulo.
foto atual minha, aos 24 anos. BY DI SANTI

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